sexta-feira, 1 de julho de 2016

Lar doce lar

Volta para o resumo da sexta-feira, dia 1 de julho

Chegando em casa a Rose foi tomar seu banho, eu comecei a desfazer as malas. Quando tinha terminado, foi a minha vez de tomar banho.

Lalau veio nos visitar bem nessa hora. Jantamos pão com queijo (é a única coisa que temos de comida em casa). Viajar é uma maravilha, mas estar de volta em casa não tem preço!

Felizmente, encontramos a casa intacta e com todos os seus pertences. ;-)

A grande surpresa foi a visita da Lari que veio deixar a bicicleta do Ivan, pois tinha passado o dia pedalando com os amigos.



A foto acima, tirei dois dias depois, quando Larinha veio tomar um lanche comigo (ela trouxe bolinhos e tortinhas!). Pudemos colocar a conversa em dia e aproveitarmos a boa companhia uma da outra.

Apesar do sorriso na foto, eu não estava passando muito bem. Há dois dias, eu vinha sentindo umas dores abdominais, pareciam ser gases. Às vezes, eu me dobrava de tanta dor. Dali a alguns dias, uma desinteria daquelas começou. Valdir e eu passamos vários dias mal. Pela primeira vez, voltamos de uma viagem com uma intoxicação alimentar. 

Dei umas googladas e pode ser que tivemos uma diarreia dos viajantes (causada pela bactéria Shigella) ou um caso de Cholera, como anunciado no site do Canada, na página dedicada aos alertas de surto de doenças na República Dominicana.

Não pretendo voltar pra esse país tão cedo.


Felizmente, a doença não era muito grave. Eu pude cuidar da vida normalmente, isto é, estudar pra prova de francês pro Ministério da Imigração, cuidar de alguns probleminhas com a reforma da cozinha e limpar a casa. A viagem acabou, mas a vida continua!



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Viagem de táxi

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Tivemos que pegar não uma, mas duas “minhocas” na imigração. E toca ir para lá e para cá. Que coisa mais sem sentido… :-(



O voo foi excelente, mas a fila na alfândega, quanta diferença... Que pé, que chateação!

Pegamos as malas bem rapidinho e fomos pegar um táxi. Havia uma longa fila, eu até propus de irmos de limusine, mas a Rose disse que não estava cansada, podia esperar.


Finalmente pegamos um táxi com um senhor grego que gostava de falar. Quando dissemos que éramos brasileiros ele nos contou um bocado de suas aventuras como jogador de futebol na juventude.

Ele contou que quando jovem, seu apelido era Pelé. ;-)


Durante a viagem eu tentei encontrar o taxímetro e não consegui. Como o carro era de uma qualidade superior aos táxis comuns, comecei a achar que ele iria nos cobrar como limusine.

Como o motor não fazia barulho, acho que era um carro híbrido ou elétrico. Não reparei na marca, eu só queria entrar o mais rápido no carro porque estava chovendo. Ah, Montreal...


Quando chegamos perto da Pie-IX o taxista percebeu também que o taxímetro não estava funcionando. Ligou-o e nos falou qual era a lei nesses casos. Segundo ele, o taxista e o cliente tem que se entender sobre qual o valor da corrida. Se eles não se entenderem, há fórmulas para calcular a corrida. No nosso caso, a gente sempre paga $60 por essa viagem do aeroporto, às vezes $55 se não houver trânsito.

O taxista ficou bem impressionado com nossa honestidade. Quando ele perguntou quanto nós pagávamos normalmente por aquela corrida, eu respondi: "$55". Eu dei o preço com a gorjeta. Ele falou que o normal era $48. E é verdade, já vimos esse preço também, quando o trânsito está super livre.


Chegando em casa ele trouxe as malas até perto da porta, algo que os taxistas normalmente não fazem. Dei os $60 regulamentares para ele.

Ele ficou bem feliz. Pela conta dele, se quiséssemos, podíamos ter pago apenas $10, que foi o quanto o taxímetro marcou, da Pie IX até em casa.


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Voo de volta para Montreal

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O pessoal fez uma fila para passar pela checagem do passaporte e outra fila para entrar no avião. Como esse povo gosta de ficar em fila!



Valdir e eu ficamos sentadinhos, esperando o fim da fila. Sem estresse, sem carregar peso à toa.

Última vista da República Dominicana antes de entrar no avião que nos levaria de volta para casa:


Tivemos sorte! A previsão do tempo pra semana que passamos em La Romana era de chuva todos os dias. Só pegamos um dia! Oba!

A Rose não tinha podido fazer o check-in online, por isso pegamos os assentos que nos deram, não pudemos escolher. Fomos no 14J e 14K, corredor e meio. Na janelinha tinha um senhor que não disse uma palavra durante o voo todo.

Dessa vez, decidi ficar no meio, ao lado do senhor que não pronunciou um palavra sequer (nem um "bonjour" quando o saudei...) e deixar o assento do corredor pro Valdir pra ele poder ficar de pé durante o voo, se lhe apetecesse.


Quando passaram para vender o almoço, a Rose pegou sushi vegetariano, eu peguei um wrap. De bebida pegamos um espumante alemão para ela e uma cidra quebequense para mim. Custou tudo Can$ 30. Achei isso meio salgado para um lanchinho despretensioso desses. Oh well, estamos pagando pela mordomia de comer pelos ares.

Aqui vemos a comida da Rose:


Sushi feito em Ontario, shoyu "made in China", espumante "made in Germany", Pringles (veio de brinde) "made in the USA". Almoço internacional!

E aqui, eu me escondendo atrás do meu wrap:




Houve alguma turbulência em alguns pontos da viagem, nada fora do comum.


Pousamos em montreal às 16h40, pouco depois da hora marcada.

Voo sem escala, rápido e sem incidentes. Excelente maneira de voltar pra casa!


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No aeroporto

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No aeroporto havia uma pequena fila, tivemos que esperar um pouco.

Tivemos sorte, fomos um dos primeiros ônibus a chegar. A fila estava pequena e logo passamos.


A segurança foi bem relax, pude passar com minha garrafa d’água, não falaram nada.

Tivemos que tirar o sapato, mas nessa altura do campeonato tudo vale. A gente só quer ir pra casa.


Pegamos uns lugares perto da porta 1, de onde embarcaríamos, e ficamos lá pelas próximas duas horas, esperando a hora de entrar no avião. Entre outras coisas, escrevi mais o diário:



Fui ao Duty Free Shop, comprei duas garrafas de rum e um pote de creme de chocolate e macadamia. A Rose foi ver também se tinha algo que a interessasse, terminou não comprando nada.

C'est pas beautiful?! Que esposa exemplar e sensata! :-)

Sério agora: juro, não tinha absolutamente nada que eu quisesse muito comprar. Procurei um presentinho pra Lari e pro Ivan, mas nada. Só tinha bebelles...


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Ida ao aeroporto

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O ônibus chegou dois ou três minutos antes da hora marcada, subimos a bordo e fomos em direção ao aeroporto.


O ônibus já estava cheio, o funcionário que nos recebera há uma semana teve que ficar no meio do caminho, eu peguei o lugar dele.



Não paramos no Dreams para pegar mais gente, não havia mais nenhum lugar para ninguém. Isso foi bom, a viagem foi mais curta ainda.

Nossa, que mordomia ser os últimos a ser pegos!
Du jamais vu! ;-)

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Check-out

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Acordei às 3h30. Nos outros dias eu tinha acordado de madrugada também, mas voltara a dormir. Hoje eu preferi já levantar para não arriscar perder a hora.


Fiquei no banheiro escrevendo diário, fazendo sudoku e palavras cruzadas e desenhando.

Que marido atencioso!


Pouco antes das seis da manhã eu acordei a Rose, nós arrumamos as malas, nos preparamos e fomos para o Taino, para nosso último café da manhã.

Arrumar as malas foi uma brincadeira de criança. E, de novo, constatei que poderia ter vindo com menos roupas. Nem todas que trouxe usei. Ótimo, meu objetivo é viajar só com uma mala de bordo. ;-)


Eu troquei as toalhas de praia por cartões e voltei para o quarto, onde a Rose já me esperava para fazermos o check-out. O processo foi bem simples e rápido.


Como ainda tínhamos meia hora para esperar pelo ônibus, fomos ver o mar uma última vez, tiramos algumas fotos:



E aqui um selfie do casal na praia pela última vez:



Esse lugar vai deixar saudade...

Algumas sim, outras nem tanto... Mas, no geral, passamos uma bela semana.


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quinta-feira, 30 de junho de 2016

Última vez no La Toscana

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Fomos mais uma vez ao La Toscana. Hoje tinha fila, nos fizeram esperar na pizzaria Sorrento:



Infelizmente, a família com a criança chorona estava lá também...

Ficamos conversando sobre nossa semana que se acabava:



Tínhamos que apresentar esse papelzinho para poder entrar no La Toscana:


A praga resmungou, chorou, gritou. O jantar foi agradabilíssimo... Está mais do que combinado: próximo resort, se é que será resort, vamos pra um "adults only".


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