quarta-feira, 29 de junho de 2016

Safari fotográfico

Volta para o resumo da quarta-feira, dia 29 de junho

Depois do café da manhã fui andar pelo resort para tirar fotos diversas.

Do outro lado da rua tinha uma pequena loja. Nunca fomos lá.


A entrada do resort:


Várias bandeiras logo na entrada, inclusive a do Brasil:


A área recreativa:


Encontrei a mesa de bilhar, mas não a de pingue-pongue:


Tinha até arco e flecha:


Eu vi um pessoal jogando tênis:


A área perto da recepção:


A sinalização dos banheiros era um pouco engraçada:


Super minimalista e design!

O resort era dividido em "villas" que tinham nomes de regiões da República Dominicana:


O resort está sendo aumentado, tem obras em diversos pontos:


Uma escultura taino em frente ao restaurante Taino:


O clube das crianças:


No restaurante Rodeo obviamente não iríamos, mas no Yuca estávamos até interessados. Quando olhamos o menu, não tinha nada para nós.


Esse jogo de xadrez já viu dias melhores:


A cabana para troca das toalhas:


A piscina com o bar principal lá ao fundo:


Nunca entramos na piscina, que vivia lotada e agitada.

A jacuzzi:


Nunca me interessei de entrar nela, muito pelo contrário.

Vi uma pessoa sendo massageada enquanto estivemos no resort:


Nem morta eu me deitaria numa mesa dessas. Massagem em público? Tô foríssima, não é pra mim.

Esse homem-aranha é tão incongruente ali...


É pra criançada, Valdir.

O teatro onde os shows noturnos aconteciam:


Não vimos nenhum show.

Os eventos do dia eram anunciados perto do teatro:


Durante o dia o teatro ficava todo aberto:



Nós não fomos à piscina nenhuma vez:


O pessoal jogava vôlei todos os dias:


Assisti boas partidas no aconchego da minha espreguiçadeira, bebericando uma bebidinha.

A Rose gostou dessa "calha de copos" no restaurante Terrace:


No dia da chuvarada, essa calha original fez bem seu trabalho de escoar a aguaceira. Antes de vê-la em ação, eu achava que era uma espécie de lanterna pra enfeitar o Terrace.

O Terrace, visto da praia:


A área do salva-vidas com a bandeira vermelha indicando que era perigoso entrar na água (ou que o salva-vidas não estava mais de serviço):


E finalmente de volta na palapa, onde a Rose continuava a ler o seu livro:


A gente passa décadas ouvindo falar de Michelângelo, que ele foi um grande artista, um gênio, etc... Porém, quando lemos um pouco mais a fundo sobre sua vida, vemos que, como Leonardo, levou uma vida do cão. O pobre queria apenas fazer suas "esculturinhas" de mármore (tipo La Pietà, David), pois essa era a sua paixão, era nisso que ele se destacava. Porém, o Papa malucão Júlio II encasquetou de contratá-lo pra pintar a Capela Sistina em Roma, mas antes, como teste fez o menino fazer uma escultura em bronze de Sua Santidade. Ele odiava Roma e essas encomendas fora da sua área de competência, mas tinha que engolir o sapo... E pior, ainda tinha que mendigar o dinheiro que lhe era devido pro Papa, um gastador, mas avarento de marca maior. Olha, ser artista não é fácil.



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