Volta para o resumo da quarta-feira, dia 29 de junho
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Depois do café da manhã fui andar pelo resort para tirar fotos diversas.
Do outro lado da rua tinha uma pequena loja. Nunca fomos lá.
A entrada do resort:
Várias bandeiras logo na entrada, inclusive a do Brasil:
A área recreativa:
Encontrei a mesa de bilhar, mas não a de pingue-pongue:
Tinha até arco e flecha:
Eu vi um pessoal jogando tênis:
A área perto da recepção:
A sinalização dos banheiros era um pouco engraçada:
Super minimalista e design!
O resort era dividido em "villas" que tinham nomes de regiões da República Dominicana:
O resort está sendo aumentado, tem obras em diversos pontos:
Uma escultura taino em frente ao restaurante Taino:
O clube das crianças:
No restaurante Rodeo obviamente não iríamos, mas no Yuca estávamos até interessados. Quando olhamos o menu, não tinha nada para nós.
Esse jogo de xadrez já viu dias melhores:
A cabana para troca das toalhas:
A piscina com o bar principal lá ao fundo:
Nunca entramos na piscina, que vivia lotada e agitada.
A jacuzzi:
Nunca me interessei de entrar nela, muito pelo contrário.
Vi uma pessoa sendo massageada enquanto estivemos no resort:
Nem morta eu me deitaria numa mesa dessas. Massagem em público? Tô foríssima, não é pra mim.
Esse homem-aranha é tão incongruente ali...
É pra criançada, Valdir.
O teatro onde os shows noturnos aconteciam:
Não vimos nenhum show.
Os eventos do dia eram anunciados perto do teatro:
Durante o dia o teatro ficava todo aberto:
Nós não fomos à piscina nenhuma vez:
O pessoal jogava vôlei todos os dias:
Assisti boas partidas no aconchego da minha espreguiçadeira, bebericando uma bebidinha.
A Rose gostou dessa "calha de copos" no restaurante Terrace:
No dia da chuvarada, essa calha original fez bem seu trabalho de escoar a aguaceira. Antes de vê-la em ação, eu achava que era uma espécie de lanterna pra enfeitar o Terrace.
O Terrace, visto da praia:
A área do salva-vidas com a bandeira vermelha indicando que era perigoso entrar na água (ou que o salva-vidas não estava mais de serviço):
E finalmente de volta na palapa, onde a Rose continuava a ler o seu livro:
A gente passa décadas ouvindo falar de Michelângelo, que ele foi um grande artista, um gênio, etc... Porém, quando lemos um pouco mais a fundo sobre sua vida, vemos que, como Leonardo, levou uma vida do cão. O pobre queria apenas fazer suas "esculturinhas" de mármore (tipo La Pietà, David), pois essa era a sua paixão, era nisso que ele se destacava. Porém, o Papa malucão Júlio II encasquetou de contratá-lo pra pintar a Capela Sistina em Roma, mas antes, como teste fez o menino fazer uma escultura em bronze de Sua Santidade. Ele odiava Roma e essas encomendas fora da sua área de competência, mas tinha que engolir o sapo... E pior, ainda tinha que mendigar o dinheiro que lhe era devido pro Papa, um gastador, mas avarento de marca maior. Olha, ser artista não é fácil.
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