quinta-feira, 30 de junho de 2016

Despedida da água

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À tarde assisti parte do jogo Polônia x Portugal pela Euro 2016. Portugal ganhou nos pênaltis.


Lá pelas cinco da tarde entramos pela última vez na água. Agora, só ano que vem, com sorte. Com sorte, pois agora dependemos do trabalho da Rose, também.

É, é meu trabalho que vai determinar quando vamos tirar férias no próximo ano. É quase certeza de que não vou poder comprar o resort com antecedência, como eu planejava. Fazer o quê? Depois de dois anos sem emprego, eu quero mais é trabalhar agora!

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Outra conversa com nosso representante

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Hoje conversei mais uma vez com o Speddy, o representante da Air Transat. Confirmei o horário do voo e de nosso transporte para o aeroporto para amanhã.


Agora tinha uma folha à parte com as informações para nós. Nosso voo sai às 11h15, nosso transporte nos pega às 8h35, temos que liberar o quarto às oito da manhã de amanhã.

Isso é bom, vamos poder tomar o café da manhã no hotel. Já vai dar uma ajuda boa para o nosso longo dia amanhã.

Tudo organizadinho, como eu gosto!

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Where is Waldo?

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Depois do café da manhã fomos para a praia. Eu fui para a água, a Rose foi para o Terrace, de onde ela tirou uma foto de mim ao longe:



Detalhe da cadeira do Terrace:



Fui tomar um café e apreciar o mar. Era nosso penúltimo dia...


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Ninho no restaurante

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Hoje no café da manhã no Taino percebemos um passarinho que pacientemente ia construindo seu ninho no teto do restaurante:



Bem interessante vê-lo trabalhar.

Ele pegava uns fiapos de linha (onde ele encontrava isso?) folhas secas compridas no bico e levava até o ninho. Passou vários minutos nessa labuta.



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quarta-feira, 29 de junho de 2016

Natação cronometrada

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À tarde fizemos finalmente a experiência de natação cronometrada: a Rose ficou na praia com meu relógio Garmin e foi andando em paralelo a mim enquanto eu nadava. Cruzei todo o percurso de um lado das boias de segurança ao outro.

Eu ainda no seco, me preparando:


Colocando os óculos protetores:


Entrando na água:


Dei o sinal para a Rose (levantei o braço) e comecei a nadar:


Ao final levantei o braço de novo para indicar que a Rose podia parar o cronômetro e comecei a voltar para a terra:


Quando saí da água, o veredito: tinha feito 210m em 9’20’’.



Pelos meus cálculos ali na hora, o nadador mais lento num Ironman tem que fazer essa distância em sete minutos (depois eu fiz as contas na calculadora e vi que o tempo exato é 7’36’’). Preciso tirar dois minutos do meu tempo. Nada mal para uma primeira tentativa.

Ai, ai, ai... Isso quer dizer que Valdir está se preparando pra fazer um Ironman? Ficar correndo maratonas aqui e ali deixou de ser interessante?


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Safari fotográfico

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Depois do café da manhã fui andar pelo resort para tirar fotos diversas.

Do outro lado da rua tinha uma pequena loja. Nunca fomos lá.


A entrada do resort:


Várias bandeiras logo na entrada, inclusive a do Brasil:


A área recreativa:


Encontrei a mesa de bilhar, mas não a de pingue-pongue:


Tinha até arco e flecha:


Eu vi um pessoal jogando tênis:


A área perto da recepção:


A sinalização dos banheiros era um pouco engraçada:


Super minimalista e design!

O resort era dividido em "villas" que tinham nomes de regiões da República Dominicana:


O resort está sendo aumentado, tem obras em diversos pontos:


Uma escultura taino em frente ao restaurante Taino:


O clube das crianças:


No restaurante Rodeo obviamente não iríamos, mas no Yuca estávamos até interessados. Quando olhamos o menu, não tinha nada para nós.


Esse jogo de xadrez já viu dias melhores:


A cabana para troca das toalhas:


A piscina com o bar principal lá ao fundo:


Nunca entramos na piscina, que vivia lotada e agitada.

A jacuzzi:


Nunca me interessei de entrar nela, muito pelo contrário.

Vi uma pessoa sendo massageada enquanto estivemos no resort:


Nem morta eu me deitaria numa mesa dessas. Massagem em público? Tô foríssima, não é pra mim.

Esse homem-aranha é tão incongruente ali...


É pra criançada, Valdir.

O teatro onde os shows noturnos aconteciam:


Não vimos nenhum show.

Os eventos do dia eram anunciados perto do teatro:


Durante o dia o teatro ficava todo aberto:



Nós não fomos à piscina nenhuma vez:


O pessoal jogava vôlei todos os dias:


Assisti boas partidas no aconchego da minha espreguiçadeira, bebericando uma bebidinha.

A Rose gostou dessa "calha de copos" no restaurante Terrace:


No dia da chuvarada, essa calha original fez bem seu trabalho de escoar a aguaceira. Antes de vê-la em ação, eu achava que era uma espécie de lanterna pra enfeitar o Terrace.

O Terrace, visto da praia:


A área do salva-vidas com a bandeira vermelha indicando que era perigoso entrar na água (ou que o salva-vidas não estava mais de serviço):


E finalmente de volta na palapa, onde a Rose continuava a ler o seu livro:


A gente passa décadas ouvindo falar de Michelângelo, que ele foi um grande artista, um gênio, etc... Porém, quando lemos um pouco mais a fundo sobre sua vida, vemos que, como Leonardo, levou uma vida do cão. O pobre queria apenas fazer suas "esculturinhas" de mármore (tipo La Pietà, David), pois essa era a sua paixão, era nisso que ele se destacava. Porém, o Papa malucão Júlio II encasquetou de contratá-lo pra pintar a Capela Sistina em Roma, mas antes, como teste fez o menino fazer uma escultura em bronze de Sua Santidade. Ele odiava Roma e essas encomendas fora da sua área de competência, mas tinha que engolir o sapo... E pior, ainda tinha que mendigar o dinheiro que lhe era devido pro Papa, um gastador, mas avarento de marca maior. Olha, ser artista não é fácil.



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